Agarro as rédeas da vida
Deixo-lhe as marcas da espora
Sigo cego na cancha reta
Sou risco e rastro na terra batida
Conhecem-me o vento e a poeira
Sob a aba me secam a lágrima
Sob a pele, do sol, o valor
Sob a alma, da chuva, o calor
Uma vida a cada jarda corrida
Um segundo e já não sei quem era
Fui eu, assim, quem sabe até você
Talvez quem hoje você venera
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário