Não interessa quão grande o esforço
Vive o passado a rondar moribundo
Reza a oração, a canção
Pelo corpo a vagar
Em espírito, cabeça e coração
Que já não fala o que sabe
E já não sabe o que fala
E gira, gira, gira
Em minhas portas e janelas espia
Nada há de ser
Logo o ciclo se completa
Há de se abrir mão do cinza
Contemplar-se novamente
O azul, o amarelo e o verde
Vem a morna brisa polir
O brilho despertar
O encanto desprender
Em bases primitivas
Sob raízes da alma escondidas
De lágrimas a ferro protegidas
Vem provar da madeira a força
Do machado as investidas
Mostrar ao coração
Em você mesmo quem manda
Mas e o presente... por onde anda?
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
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